Faculdade de Ciências
Farmacêuticas de Ribeirão Preto

Universidade de São Paulo

IDIOMAS: | INTRANET

Setor de Microbiologia/ Bacteriologia e Micologia

Especialista em Laboratório

Maria Emília Nadaletto Bonifácio da Silva

Tel: +55 16 3315-4157
E-mail: nadaleto@usp.br

EXAMES REALIZADOS

Antibiograma ou Teste de Sensibilidade aos Antibióticos

PREPARO DO PACIENTE:

TIPO DE AMOSTRA:
Colônias puras de bactérias Gram-positivas ou Gram negativas. Colônias provenientes de cultivo bacteriano recente de 18 a 24 horas, isoladas a partir de meios de cultura não seletivos.

CONSERVAÇÃO:
As amostras mantém-se viáveis para a execução das análises até cerca de 24 horas de cultivo em meio não seletivo. Além deste prazo, deve-se fazer novo repique da cepa, cultivar por mais 24 horas em meio não seletivo para depois proceder ao exame.

MÉTODO:
Kirby-Bauer

VALOR DE REFERÊNCIA
Sensível (S)
Intermediário (I)
Resistente (R)

APLICAÇÕES CLÍNICAS
O antibiograma é um ensaio que mede a susceptibilidade ou resistência de uma bactéria aos antibióticos.

Bacterioscópico ou Bacterioscopia pela Coloração de Gram

PREPARO DO PACIENTE:

TIPO DE AMOSTRA:
Qualquer material de região suspeita de infecção por microrganismos.

COLETA:
Colher a amostra de forma asséptica, com os mesmos cuidados da cultura. Preparar pelo menos dois esfregaços em lâminas limpas e desengorduradas.
Sempre especificar o tipo de material e o local da coleta.
Várias pesquisas como as de Gardnerella, Neisseria spp, Mobiluncus, H.ducrey, associação fuso-espiralar, fungos, podem ser solicitadas através da Coloração de Gram.

CONSERVAÇÃO:

MÉTODO:
Microscopia, após Coloração de Gram.

VALOR DE REFERÊNCIA:

APLICAÇÕES CLÍNICAS
O exame é útil no estudo das características morfotintoriais das bactérias e outros elementos (fungos, leucócitos, outros tipos celulares). Fornece informações importantes e rápidas para o início da terapia, através da descrição semi-quantitativa em algumas secreções e estabelecendo o diagnóstico em muitos casos.

Cultura de Esperma

PREPARO DO PACIENTE:
Evitar o uso de antibióticos no período de 10 dias.
Não há necessidade de realizar abstinência sexual.

TIPO DE AMOSTRA:
Esperma.

COLETA E CONSERVAÇÃO:
Fazer antissepsia das mãos e do órgão genital antes da coleta e em seguida urinar.
Colher em frasco estéril, no laboratório, por manipulação auto-erótica.
A coleta pode ser em domicílio, enviando ao laboratório dentro de 1 hora.

MÉTODO:

VALOR DE REFERÊNCIA
Crescimento de microrganismos sugestivo de contaminação pela microbiota uretral.
Ausência de crescimento de microrganismos

APLICAÇÕES CLÍNICAS
O exame é útil no diagnóstico das infecções do trato genital masculino, destacando-se epididimite e prostatite.

Cultura de Fezes ou Coprocultura

PREPARO DO PACIENTE:
Antes do início de antibioticoterapia, ou se possível, suspender por sete dias.

TIPOS DE AMOSTRA:
Fezes recentes in natura
Swab anal mergulhado em salina
Swab anal em meio de transporte Cary-Blair

CONSERVAÇÃO:
Colher a amostra diretamente em pote plástico estéril e enviar ao laboratório até 3 horas após a coleta, mantido a temperatura ambiente.
Para swab em salina o material deverá ser processado no máximo em 2 horas.
Para swab com meio de transporte Cary&Blair, o material poderá ser processado em até 12 horas após a coleta.
Quantidade mínima
Para fezes 1 a 2 gramas (equivalente a uma colher de sobremesa).

MÉTODO:

VALOR DE REFERÊNCIA
Negativa para Escherichia coli Enteropatogênica, Escherichia coli Enteroinvasora, Escherichia coli Enterohemorrágica O:157, Salmonella spp, Shigella spp., Yersinia spp, Aeromonas spp, Plesiomonas shigelloides.

APLICAÇÕES CLÍNICAS
A finalidade da cultura de fezes é identificar microrganismos patogênicos causadores de quadros de diarréia aguda ou crônica. São consideradas indicações de coprocultura: diarréia sanguinolenta, febre, tenesmo, sintomas severos e persistentes, presença de leucócitos fecais e história de exposição a agentes bacterianos. Em nosso serviço, as culturas são direcionadas para a pesquisa de Escherichia coli Enteropatogenica, Escherichia coli Enteroinvasora, Escherichia coli Enterohemorragica O:157, Salmonella spp, Shigella spp., Yersinia spp, Aeromonas spp, Plesiomonas shigelloide

Cultura de Lesão Genital

PREPARO DO PACIENTE:

TIPO DE AMOSTRA:
Lesões genitais

COLETA E CONSERVAÇÃO:
Colher inicialmente um esfregaço para coloração de Gram - pesquisa de Haemophilus ducrey (cancro mole) e outros agentes.
Em seguida, após escarificação da lesão, colher o exsudato com uma alça bacteriológica estéril para pesquisa Treponema pallidum, agente etiológico da sífilis (cancro duro), com auxílio de microscopia em campo escuro.

Essa coleta deverá ser realizada no laboratório, com agendamento prévio pelo telefone (16)-36024157.

MÉTODO:

VALOR DE REFERÊNCIA
Pesquisa negativa.

APLICAÇÕES CLÍNICAS
O exame é útil no diagnóstico do Cancro mole, causado pelo microrganismo Haemophilus ducrey, onde o tipo de lesão caracteriza-se como uma pápula que evolui para pústula e úlcera (cancróide ou cancro mole) com bordas irregulares, geralmente ocorrendo múltiplas úlceras, profundas, sensíveis e dolorosas.
É útil também no diagnóstico do Cancro duro ou Sífilis primária, causado pelo microrganismo Treponema pallidum, onde o tipo de lesão caracteriza-se como uma úlcera genital (cancro duro), lesão geralmente única com borda plana e lisa, geralmente indolor, representando o primeiro estágio da sífilis.

Cultura de Nasofaringe

PREPARO DO PACIENTE:
O paciente deve estar sem uso de antibióticos, no mínimo por sete dias.

TIPO DE AMOSTRA:
Secreções da nasofaringe.

CONSERVAÇÃO:
O swab flexível é introduzido profundamente dentro das duas cavidades nasais. Em seguida mergulhar o swab em meio de transporte Amies ou Stuart para enviar ao laboratório para ser processado em até 8 horas.
Nunca enviar o swab seco. No mínimo deverá estar mergulhado em salina e, neste caso, o processamento deve ser em até 2 horas.

MÉTODO:

VALOR DE REFERÊNCIA
Crescimento de bactérias pertencentes à microbiota da nasorofaringe.
Pesquisa negativa para o patógeno pesquisado.

APLICAÇÕES CLÍNICAS
Pesquisar a presença na nasofaringe de algumas bactérias que possuem potencial patogênico, principalmente quando os indivíduos colonizados são crianças, idosos ou imunodeprimidos. Entre essas bactérias destacam-se Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniae, Haemophilus spp, Moraxella catarrhalis e Neisseria meningitidis.

Cultura de Orofaringe

PREPARO DO PACIENTE:
O paciente deve estar sem uso de antibióticos, no mínimo por sete dias.
O paciente poderá escovar os dentes, evitando, assim, contaminação por bactérias que mascaram a verdadeira composição da microbiota local.

TIPO DE AMOSTRA:
Secreções da orofaringe, faringe, amígdalas e/ou pontos purulentos destas regiões.

CONSERVAÇÃO:

MÉTODO:

VALOR DE REFERÊNCIA
Crescimento de bactérias pertencentes a microbiota da orofaringe.

APLICAÇÕES CLÍNICAS
Isolar bactérias patogênicas de secreção da orofaringe, especialmente Streptococcus beta hemolíticos do grupo A, uma vez que se faz necessária a terapia imediata em pacientes infectados pelos patógenos deste grupo. A urgência não é justificada apenas pela doença básica (faringite, amigdalite), mas também para evitar as complicações posteriores, potencialmente graves como febre reumática, glomerulonefrite e endocardite reumática. Também é avaliada a composição da microbiota da orofaringe.

Cultura de Secreção de Ouvido

PREPARO DO PACIENTE:

TIPO DE AMOSTRA:
Secreção do ouvido.

COLETA E CONSERVAÇÃO:
Colher com "swab", secreção purulenta do ouvido.
Confeccionar uma lâmina para microscopia.
Enviar o material ao laboratório até:
3 horas em temperatura ambiente quando for colhido em salina estéril;
8 horas à temperatura ambiente para o meio Stuart;
24 horas refrigerada (2-8° C) para o meio Amies.

MÉTODO:

VALOR DE REFERÊNCIA
Crescimento de bactérias pertencentes à microbiota do conduto auditivo.

APLICAÇÕES CLÍNICAS
O exame é útil no diagnóstico das infecções causadas principalmente pelos microrganismos oriundos do trato respiratório como Streptococcus pneumonias, Haemophilus influenzae e menos frequente Staphylococcus aureus.
Em otite externa, Pseudomonas aeruginosa é o agente mais freqüentemente isolado, embora outras bactérias aeróbicas possam ser isoladas. Devido à colonização da parte externa do ouvido por diversas bactérias, o resultado do exame microbiológico necessita ser avaliado com cautela.

Cultura de Secreção Ocular

PREPARO DO PACIENTE:
Orientar o paciente para não fazer uso de qualquer colírio ou pomada que contenha antibióticos, no mínimo sete dias antes da coleta.
Limpar o olho somente com água ou salina.

TIPO DE AMOSTRA:
Secreção conjuntival, secreção de pálpebras, córnea e humor vítreo.

COLETA E CONSERVAÇÃO:
Conjuntivite (inflamação da conjuntiva). Material Clínico: Secreção ou raspado da conjuntiva. Abrir as pálpebras e esfregar o swab na mucosa interna. Mergulhá-lo em salina ou meio de transporte. Não coletar secreções da parte externa do olho.

Blefarite (inflamação das margens da pálpebra). Material Clínico: Margem da pálpebra. Coletar dois "swab" (finos para a coleta ocular): um seco para confeccionar o esfregaço e outro para cultura, contendo meio de transporte.
Umedecer o "swab" em solução fisiológica estéril para facilitar a coleta da amostra.

Ceratite (inflamação da córnea) e Endoftalmite (inflamação do humor vítreo ou aquoso): devem ser coletados pelo clínico.

Transporte: "swab" com salina: no máximo em até duas horas.
"swab" com meio de transporte:
No máximo em até 12 horas à temperatura ambiente para o meio Stuart.
24 horas, refrigerada (2 – 8° C), para o meio Amies

MÉTODO:

VALOR DE REFERÊNCIA
Crescimento de bactérias pertencentes à microbiota ocular.
Ausência de crescimento de microrganismos.

APLICAÇÕES CLÍNICAS
Na conjuntivite bacteriana mucopurulenta, onde se destacam o Streptococcus pneumoniae, o Staphylococcus aureus e o Haemophilus influenzae. É importante lembrar que em recém-nascidos é muito importante a pesquisa de Neisseria gonorrhoeae.
Alguns microrganismos podem colonizar a conjuntiva, sem causar doença. Entre estes se destacam o Staphylococcus coagulase negativo, Corynebacterium spp. (bacilo difteróide), alguns Streptococcuss do grupo viridans e Propionibacterjum acnes.

Cultura do Trato Genital Feminino

PREPARO DO PACIENTE:
Evitar o uso de antibióticos ou medicação tópica por sete dias antes da coleta;
Abstinência sexual por 24 horas;
Evitar ducha vaginal

Para crianças, orientar para não tomar banho e não urinar antes da coleta que deverá ser realizada pela manhã, antes da primeira micção.

TIPO DE AMOSTRA:
Secreção vaginal

COLETA E CONSERVAÇÃO:
Para a coleta de adulto, colher com auxílio de espéculo.
Colher três swabs:
Um para confecção de esfregaço para exame microscópico (Gram).
Outro para pesquisa direta de Trichomonas e leveduras, colhido em salina estéril.
Outro para cultura, colhido em salina ou com meio de transporte.

Amostra colhida em “swab” com meio de transporte comercial:
8 horas, à temperatura ambiente, para o meio Stuart.
24 horas, refrigerada (2 – 8° C), para o meio Amies.

Amostra colhida em “swab” com salina:
Enviar dentro de 2 horas.

MÉTODO:

VALOR DE REFERÊNCIA
Crescimento de bactérias pertencentes à microbiota vaginal.

APLICAÇÕES CLÍNICAS
O exame é útil no diagnóstico das infecções do trato genital feminino, onde as mais comuns são vulvovaginite, vaginose bacteriana, cervicite, doença inflamatória pélvica e lesões genitais.
A interpretação dos resultados obtidos precisa ser feita com bastante critério, pois é comum nessas amostras a presença de determinados microrganismos que, muitas vezes, são somente colonizadores do trato genital, porém em situações especiais podem ser patogênicos. Assim, a interpretação dos resultados microbiológicos deve ser feita com cautela, certeza de ausência de outros patógenos potenciais e com ênfase na sintomatologia do paciente.

Cultura do Trato Genital Masculino

CULTURA DO TRATO GENITAL MASCULINO

PREPARO DO PACIENTE:
Evitar o uso de antibióticos no período de 10 dias.
Orientar o paciente para não tomar banho e não urinar antes da coleta que deverá ser realizada pela manhã, antes da primeira micção, ou no mínimo 4 horas sem ter urinado.

TIPO DE AMOSTRA:
Secreção uretral
Urina – 1º jato

COLETA E CONSERVAÇÃO:
Colher dois swabs:
O primeiro introduzir no canal, fazer movimento de rotação, retirar e fazer esfregaço em duas lâminas para coloração de Gram.
O outro repetir o procedimento e ao retirar colocar em meio para transporte Amies.
Pedir ao paciente para colher em seguida, o primeiro jato de urina para pesquisa de Trichomonas e leveduras.
Amostra colhida em “swab” com meio de transporte comercial: enviar dentro de 12 horas.

MÉTODO:

VALOR DE REFERÊNCIA
Crescimento de bactérias pertencentes à microbiota uretral.

APLICAÇÕES CLÍNICAS
O exame é útil no diagnóstico das uretrites.
A interpretação dos resultados obtidos precisa ser feita com bastante critério, pois é comum nessas amostras a presença de determinados microrganismos que, muitas vezes, são somente colonizadores do trato genital, porém em situações especiais podem ser patogênicos. Assim, a interpretação dos resultados microbiológicos deve ser feita com cautela, certeza de ausência de outros patógenos potenciais e com ênfase na sintomatologia do paciente.

Cultura de Urina ou Urocultura

PREPARO DO PACIENTE:

TIPO DE AMOSTRA:
Urina colhida por micção (jato médio), após higiene local, preferencialmente a 1° da manhã, ou estar sem urinar no mínimo por 3 horas. Preferencialmente, não ter feito uso de antimicrobianos nos últimos sete dias.

CONSERVAÇÃO:
A urina deve ser mantida em geladeira e enviada sob refrigeração. Prazo máximo de entrega é de 1 hora após a coleta ou 4 horas se conservada refrigerada.

MÉTODO:

VALOR DE REFERÊNCIA
Negativa

APLICAÇÕES CLÍNICAS
O exame é útil no diagnóstico de infecções microbianas do trato urinário.
A presença de qualquer bactéria, dependendo da quantidade e do sedimento urinário, indica infecção.

Cultura para Fungos

PREPARO DO PACIENTE:
Suspender medicação antifúngica, tópica, por mínimo de 20 dias, ou sistêmica, por no mínimo 30 dias antes da coleta.
Unhas: não cortar, não esmaltar, não limpar, por 10 dias antes da coleta.
Lesões cutâneas não ulceradas (Pés / Mãos / Corpo): suspender uso de creme hidratante, medicação antifúngica, por no mínimo 20 dias antes da coleta.
Couro cabeludo: suspender medicação antifúngica, tópica, por no mínimo 10 dias.

TIPO DE AMOSTRA:
Material especificado pelo clínico (raspado de couro cabeludo, lesões cutâneas não ulceradas, pêlos, raspado sub-ungueal, unhas, mucosas).
Secreções vaginais, uretral, urina de 1◦ jato, secreções de feridas, escarro.

COLETA E CONSERVAÇÃO:
Esse exame deverá ser agendado para realização da coleta no laboratório pelo telefone 16-36024157.

MÉTODO:

VALOR DE REFERÊNCIA
Cultura negativa para fungos.

APLICAÇÕES CLÍNICAS
O exame é útil no diagnóstico das afecções causadas por fungos, dermatológicas ou sistêmicas.
Os fungos dermatófitos e alguns não dermatófitos estão entre os patógenos mais comuns em doenças da pele, cabelos, unhas, espaços interdigitais. O diagnóstico laboratorial torna-se importante em casos onde há falha de tratamento ou cronicidade da doença e ainda para estabelecer o diagnóstico diferencial de outras doenças. Correlacionar o aspecto clínico (forma clínica), exame direto e o fungo isolado na cultura.

Cultura de Secreções Purulentas

PREPARO DO PACIENTE:

TIPO DE AMOSTRA:
Lesões superficiais
Abscesso fechado
Ferida de queimado
Pústula e
Vesícula Biópsia

COLETA E CONSERVAÇÃO:
swab" com salina - em temperatura ambiente até 3 horas.
"swab" com meio de transporte - até 24 horas.
Aspirado (agulha e seringa)- em temperatura ambiente até 3 horas ou injetar a amostra em frasco com meio de cultura apropriado.
Biópsia - em temperatura ambiente até 3 horas após a coleta.

MÉTODO:

VALOR DE REFERÊNCIA
Ausência de crescimento de microrganismos.

APLICAÇÕES CLÍNICAS
O exame é útil no diagnóstico de infecções que podem ser primárias, quando não existe uma porta de entrada (por exemplo, erisipela), ou secundárias, quando surgem complicações de outros traumatismos. Podem ser causadas por um único microrganismo ou serem polimicrobianas.

Micológico Direto

PREPARO DO PACIENTE:
Suspender medicação antifúngica, tópica, por mínimo de 20 dias, ou sistêmica, por no mínimo 30 dias antes da coleta.

Unhas: não cortar, não esmaltar, não limpar, por 10 dias antes da coleta.

Lesões cutâneas não ulceradas (Pés / Mãos / Corpo): suspender uso de creme hidratante, medicação antifúngica, por no mínimo 20 dias antes da coleta.

Couro cabeludo: suspender medicação antifúngica, tópica, no mínimo por 20 dias.

TIPO DE AMOSTRA:
Material especificado pelo clínico (raspado de couro cabeludo, lesões cutâneas não ulceradas, pêlos, raspado sub-ungueal, unhas, mucosas).
Secreções vaginais, uretral, urina de 1◦ jato, secreções de feridas, escarro.

CONSERVAÇÃO:
A urina deve ser mantida em geladeira e enviada sob refrigeração. Prazo máximo de entrega é de 1 hora após a coleta ou 4 horas se conservada refrigerada.

COLETA E MÉTODO:
Esse exame deverá ser agendado para realização da coleta no laboratório pelo telefone 16-36024157

VALOR DE REFERÊNCIA
Pesquisa negativa para fungos.

APLICAÇÕES CLÍNICAS
O exame micológico direto é utilizado para diagnóstico rápido das micoses, permitindo pronta instituição terapêutica. É utilizado também no diagnóstico diferencial de outras afecções que se assemelham as infecções fúngicas.